Palavras da Constante
Moita de bagas
Seu sofrimento logo terminará.
Não pertence mais a este mundo...
Está no precipício...
Um lanchinho, quem sabe?
A espera começa.
Sucumbiu ao calor.
Vai precisar de uma intervenção.
Combustão!
Está sofrendo com uma doença agrária que não posso curar.
Hm... As folhas estão se dobrando nas pontas.
É um arbusto de Ardisia crenata.
As bagas estão crescendo de novo, lentamente.
A Ardisia crenata não se dá bem com calor extremo.
Coma cocô, planta idiota!
Sim!! Queime!!
Queime as doentes!
Blerg. Que fedor.
Mmmmm. Bagas.
Mas eu quero mais bagas!
Tudo seco. Pronto para o fogo!
Precisa de algo do lombo de uma fera.
Não tem muita coisa que eu possa fazer agora.
Talvez seja melhor você tirar o dia hoje.
Eia! Era pra ter esse cheiro?
Posso comer esses?
Tudo colhido.
Você claramente nunca trabalhou na sala da caldeira.
Preciso fazer cocô em cima dela.
Ah! Está queimando!
Está fraco. Doente!
Está parecendo assustado!
Está cheio de bolas de comida!
A parte de comer se foi.
É muito quente para o arbusto.
Precisa de bastante cocô.
Não tem salvação agora.
Está meio doente.
Parece meio pra baixo.
Bagas de Saskatoon?
Não restaram mais bagas!
Pereceu com o calor, hã?
Precisa de cocô.
Ah! Ah, não!
Doente! Muito, muito doente!
Tá doente, amiga?
Cheio de coisas pra barriga.
Enchedores de barriga vão crescer de novo.
Pobre coitado.
Não vou voltar pra esse plano.
Upa lelê.