Palavras da Constante
Porcosomem Sucateador
Ele está preso naquele monte de sucata.
Não vamos irritar ele.
Ele parece zangado.
Devemos ajudar ele, Woby?
Tranquilo, Woby. Acho posso ganhar a confiança dele.
Ainda acho que podemos ser amigos.
Tudo isso me parece muito familiar.
Bem, isso é novo.
Acho que não aprendemos com o passado.
É capaz de eu me arrepender, mas sinto uma vontade enorme de ajudar o coitado.
Vai ver ele não é tão mau assim.
Ah, não! Monsieur Cochon está fervendo de raiva!
Dói encontrar um adversário digno neste estado.
A calmaria antes da tempestade.
Finalmente. Vamos lutar.
Ele me parece bem.
Alguém precisa de um banho.
Qual é a dele?
Ah, por isso que a gente não brinca no montão de lixo.
Ele quer brincar com a gente?
Achamos que ele não está de brincadeira.
Uma alma esmagada pelo peso do inescapável passado.
Parece ter fome de poder. Talvez para preencher o vazio interno.
A fúria é uma máscara para esconder a dor dele.
A fera deplorável está debaixo desta pilha de destroços.
A criatura aparenta estar calma por ora. Melhor não atiçar.
Alguém devia dar uma lição nesse brutamontes.
Já, já, ele vira um porco zangado.
Acho que me enganei quanto a ele.
Calma, calma. Certas coisas nunca mudam.
Lamentável a situação dele.
Parece que ele está quieto na dele.
Segura a onda aí, grandalhão!
Porquinho monstrengo não parece durão.
Ei, porquinho! Wolfgang adora um bacon no café.
Porquinho bom. Wolfgang num lembra última vez comendo bacon.
A gente deve ajudar ele, Lucy?
Ei, amigo, você não parece tão carrancudo.
O sujeito tenta ser bom, e só toma na cara.
Cauda Retorcida preso de novo.
Cauda Retorcida bacana?
Por que sempre zangado?
Outra vez ele atolado, a sorte anda mesmo do meu lado.
Bicho solto.
Não é falando mal, mas sua conduta é sempre igual.
Não, valeu. Flort!
Não gosto dele.
Viu aí? Nunca confie em Porco fedido.
NÃO SINTO NADA POR ESSE SACO DE CARNE.
PEQUENA MELHORA, MAS CONTINUA UM SACO DE CARNE FEDIDO.