Palavras da Constante
Tenho quase certeza que morreu!
Vou derrubar com uma bela duma porrada!
Agora acerto no ponto.
Criarei um elo com esse martelo!
O travesseiro mais bifalado que já vi.
Jamais esperei dormir como um peixe.
Para uma pancada de cheiro doce!
Um travesseiro baita nojento, pra no ringue bater nos avarentos!
Huehue! Estou vendo que são pregadeiros veteranos.
Ah, não, não faz muito meu estilo.
Para remover a dor deste mundo infernal.
Cura, veda e até congela! Leve a Pomada Viscosa! Tá no precinho ela!
Para quando for alta a temperatura, ou tiver fogo na gastura!
Vamos curar seus males.
Ligeiramente frio, com certeza.
Congelado duro como pedra! Huehue.
Céus! Uma rocha!
Tão aconchegante que chega a ser desagradável.
Bem aconchegante!
Você não comeria um camarada brincalhão, não é mesmo?
Ouvi gemidos das videiras? Nah, deve ser bobeira.
Huehue, vamos ver se a gente não consegue fazer essa carangueja sair da concha!
Bateu um friozinho? Então beba isso, tolinho!
Não há nada que me atraia como o sabor da samambaia.
Uma boa pedida para encontrar minha sanidade perdida!
O chá feito com essa flor tem excelente sabor!
Quando eu começar a ficar doidinho, tomarei um golinho!
Se beber, vai enlouquecer!
Não brinca em serviço quando é preciso refrescar de improviso!
Mais para viver e menos para morrer!
Ai de mim, tudo tem o mesmo fim.
Como não me animar com um lindo objeto a brilhar?
Essa luminária é necessária para criar uma alegria lendária!
Isso permitirá que a ermitã se mude já!
Ora, veja! Viagem rápida até a carangueja!
Um chá para minha sede saciar!
Nada é pra já, então é melhor esperar o chá!
Nem vi como começou, só sei que a loja queimou!
Puxa vida, ela deu uma saída!
Um bom mergulho faz barulho!
Oh, que triste que estou, pois a fonte secou!
Faço um apelo para que não molhe o meu pelo.
É preciso construir antes de se divertir.
Um pouco de cuidado pode produzir grandes transformações.
Que casebre mais indigente para essa velha deprimente.
Se estas roupas eu roubar, estaria a um limite ultrapassar?
Dá uma animada na sua humilde morada.
Um monte de presentes pelos nossos atos valentes!
Ah, poxa, um monte de conchas!
Uma esperança destruída.