Palavras da Constante
Meu cérebro científico se recusa a percebê-la.
Isso me dá sede.
Ah, é. Muito científico.
Ah, é. Muito científico.
Ah, é. Muito científico.
Ah, é. Muito científico.
Ah, é. Muito científico.
Ah, é. Muito científico.
Ah, é. Muito científico.
Ah, é. Muito científico.
Ah, é. Muito científico.
Pra mim?
Fechou então!
Casa e comida, literalmente.
Melhor eu ir atrás dele.
Vou cortar essa sobremesa da minha dieta.
Boa e velha ciência.
Não sou talhado para lutar.
Lembranças de uma época que eu não estava num espeto.
É bonitinho, de uma forma meio nojenta.
O nicho do bicho.
As pétalas se inclinam e tremulam na luz.
As pétalas tremulam na luz.
Essa meleca tem cheiro de podre.
Elas ficariam empiricamente incríveis no meu elmo!
O Warly cozinha muito bem.
Peguei seu nariz.
Isso é o que acontece quando se mete o nariz onde não é chamado.
Esse aí está de boa na lagoa.
Nossa, que chifre enorme você tem!
Irado!
Está vibrando de tanta saborosidade!
Um par de óculos bem estiloso!
Que machado mais sofisticado.
Ei, ouro é bem macio, não?
Por que cargas d'água fiz um forcado tão extravagante?
Mal posso esperar para fazer buracos.
Será que preciso de algo tão sofisticado para mexer na terra?
Não posso comer, mas com certeza é brilhante.
Suave!
Precisa de cocô.
Está queimando muito rápido!
Parece bem doente.
Ahm, algo errado não está certo.
É um tufo de grama.
Foi cortada no auge de sua vida.
Não vai crescer de novo enquanto estiver quente assim.
Acho que ele não gosta muito de mim.
Parece bem doente.
É um lagarto cheio de folhas.