Palavras da Constante
A chuva não chegou a tempo.
Eu poderia apenas olhar para cima e aprender a mesma coisa.
Frugal.
Se pelo menos o mundo tivesse um único pescoço.
Destrua-o!
O som jovial invade minha mente. Mantenha desligado.
Perdoe-me se perdi meu gosto por música.
Seria preferível o silêncio.
Perdoe-me se perdi meu gosto por música.
Seria preferível o silêncio.
Seria preferível o silêncio.
Seria preferível o silêncio.
Perdoe-me se perdi meu gosto por música.
Ugh, lá se foi.
Seria preferível o silêncio.
Perdoe-me se perdi meu gosto por música.
O vermelho traz o fogo.
Não ter uma luz certamente seria um azar.
Sua aura pode ser sentida de qualquer lugar. O que é muito útil.
Um pouco de sorte.
Me esqueci o que esse faz.
Meio amargo.
É um cogumelo vermelho.
Terei que voltar para isso.
Está todo murcho.
Ops.
O vento sopra nesses salgueiros.
Chega de tubos.
Pode ser que tenha usos alquímicos.
Segurança antes da elegância.
Restos de uma civilização extinta.
O fogo aprendeu como queimar até destruir.
Não posso acreditar que esqueci de como se constrói essas coisas.
As chamas o engoliram inteiro.
Desbloqueia receitas de utilidade mediana.
Pesquisa concluída.
É aqui que faço minha pesquisa pessoal.
Esse foi seu ato final.
Que máquina mais elegante.
Abracadabra! Ahem... hábito antigo.
Ninguém mais vai usar isso.
Talvez eu venha a usar isso.
Há uma história por trás disso.
Não tenho certeza se quero desistir disso.
Coisa grotesca vil.
Eu mesmo vou cortar esse animal assado.
O cardeal vem das terras do fogo.
Silêncio, pássaro!
Você é novo.
Nada nas mangas...