Palavras da Constante
Meus dentes estão ficando muito velhos para isso.
Não tenho medo de você, pusilânime.
Hmm. Cadê o Wilson?
Que beleza.
Bela bola de neve.
Que estranho. Devem ser novos.
Parece mais um experimento científico do que um fertilizante.
Ugh, que cheiro... será que podemos jogá-la no chão de uma vez?
Que maravilha, está apodrecendo.
Alcançou o ápice do seu poder... e do fedor.
Combativo e duro como ferro.
É uma lança. Uhum.
Eu nunca me rebaixaria a esse nível.
Que grosseiro.
Uma arma bem feita tem seu valor.
Consigo sentir o poder crepitando dentro.
Agora sou obrigado a transportar minha própria comida.
Meio frustrante.
Impede que as pessoas cheguem perto demais.
Meu médico disse que eu não posso comer muito.
Nunca fui chegado em papas viscosas.
Splat.
É, em sua maior parte, sistema digestivo.
Shhhh! Vai acordar com fome.
Boa ideia.
Espero que continue morta.
Essa coisa asquerosa está voltando para mais!
Elas ficam bem grandes por aqui.
Cuidado, garoto. A vida de artista é um caminho perigoso.
Tenro.
Desagradável.
As aranhas têm impulsos tão maleáveis.
Como isso foi parar aqui embaixo?
Como isso foi parar aqui embaixo?
Talvez seja melhor eu sair do caminho.
Que alívio.
Espero que ela continue morta.
Eu tinha receio disso.
As criaturas desse mundo evoluem numa velocidade assustadora.
Não creio que seja uma das minhas.
Para o caso de eu enlouquecer completamente e querer curar aquelas pestinhas.
É complicada.
Já vai tarde.
Que monstruosa.
É melhor não a acordar.
Quem dera ruídos fortes fossem mesmo suficientes para detê-las.
Que coisinha mais agressiva, não?
Splat.
É uma forma especializada.
Não quero acordar esse daí.