Palavras da Constante
Parece a parte de dentro do cérebro de um alienígena.
Haute Cuisine!
Essa deve ser a maior romã que eu já vi na vida.
É uma semente.
Não consigo ver o fundo.
Isso pode se tornar uma refeição deliciosa.
Agora comerei por um dia.
Algas perto de um laguinho.
Eu deveria encher meus bolsos!
Mistura todas as comidas.
Essa refeição vai demorar um pouco.
Vai ficar pronta num piscar de olhos!
O prato está pronto!
Aposto que não tem nada aí dentro.
Isso é o que chamo de cozinhar!
Finalmente, uma fogueira portátil! Patente pendente.
É melhor deixar as coisas mais apetitosas.
Isso vai apimentar as coisas.
Tenho a impressão de que faz décadas que não tenho uma boa noite de sono.
Mal posso esperar pelo desenrolar disso.
As maçãs da terra.
Ou está cheio de pedras em forma de batata, ou batatas em forma de pedra.
Já me esqueci do gosto de comida boa.
Batata cientificamente impregnada com o poder do tornado!
Um experimento bem-sucedido com a temperatura.
É um batatão.
Uma porção de sementes estranhas.
Uma samambaia num vaso.
A ciência nos ajudou.
Não ouse fazer macaquices com o meu barco!
Não vai me servir de muita coisa sem água.
Foi melhorado com ciência... e pedaços de pássaro!
Um belo chapéu é sempre uma boa indicação de quem está no comando.
Eu nunca tinha visto um puffin vivo!
Não dá para se gabar de pegar um puffin.
Dorme tranquilo como um passarinho.
É tão grande quanto a minha cabeça!
Quem quer comer pra cucuia?
Mas que cookie mais aboborada.
É uma expressão vazia.
Não dá pra usar uma cabaça sem rosto.
Eu devia devorá-la inteiramente... pela ciência.
Como é que não virou torta?
Assustador!
Uma abóbora anabolizada.
É uma semente.
Vem com um mede-dor precisamente calibrado.
Está me cegando com a ciência!
Está sussurrando para mim.
Contém os mistérios do universo.