Palavras da Constante
Um naquinho de bicho morto.
Um pouquinho de charque.
Isso morde.
Não vou jogar fora essa chance...
Um risinho frio!
E diziam que ele não dava bola!
Ele é menos nojento, mas ainda é nojento.
Agora vamos esperar a ciência fazer seu trabalho.
Esse cheiro de revirar o estômago é sinal de que está funcionando!
Está criando o que nós cientistas chamamos de reação química.
Que ciência bem forte!
Esse animalzinho parece bem crocante.
Esse é um espetinho bem pontudo.
Eu poderia dar uma carregada rápida com isso.
Chega no ponto.
Parece muito apunhaladora.
Está amplificado com eletricidade.
Um grande avanço na ciência culinária!
Um jarro de fluido incendiário.
Um pó poderosamente potente.
Um pouco de sódio faz bem ao coração.
Doce! É doce!
Eeeca!
Odeio aranhas.
É melhor eu não estar aqui quando ele acordar.
Muito melhor.
Eeeca!
Isso é muito errado.
Grudento!
Parece que tem alguém soltando a criatividade.
Espero que não choquem. Ponto final.
Tem um cheiro picante e antisséptico.
Espero ter conseguido tirar toda a meleca de aranha dele.
Está encrustado com teias velhas.
Está encrustado com teias velhas.
AHHHHHHHH! Essa aranha é enorme!
Muito melhor.
Eca! Que nojo.
Isso não é bom.
Observação para si mesmo: não olhe para cima.
Ah, que maravilha. Agora as aranhas podem se curar.
Se eu vir aranhas por aí, não vou me esquecer de dar isto para elas. Acho.
Ah! Mais aranhas!
Ela morreu mesmo?
Ah, bom. A lua a transmutou.
Graças à ciência, parou de se mexer.
Quem dera a ciência pudesse fazer isso funcionar para mim.
Odeio aranhas!
Já vai tarde!
Parece ainda mais má que o normal.