Palavras da Constante
É uma aula de anatomia ambulante.
Essa coisa de combustível subiu pra cabeça.
Não tem nenhum motivo pra isso existir.
Então ele mudou de ideia, é?
Que se diz, Lucy? Vamos ver onde isso vai dá?
Tinha umas coisas interessantes dentro, hã?
Que estátua interessante, não?
Você perdeu a cabeça, hã?
De volta à natureza, né?
Vou zoar com a cara dele por isso mais tarde.
Parece bem chique.
Ela é bem alta, hã?
Não tenho certeza que entendo.
Eu poderia fazer um vaso melhor com isso.
Isso vai devolver o brilho ao seu machado.
Gosto de saber para onde estou indo.
Melhor montar a base do barco primeiro.
Ai! É pontudo!
Parece meio dura pro meu traseiro.
Tá recarregando as baterias, né?
Que tipo de madeira é essa?!
Que tipo de madeira é essa?!
Lucy! Foi você que fez isso?
A gente corta, e ele coleta.
Vai manter o sol longe da sua cabeça.
Estou ficando melhor na cozinha.
Estou cheio até o pescoço!
Tem muita água aí pra uma planta tão pequena.
Cheira bem.
Isso é uma planta, hã?
Não é uma árvore, mas não é nada mal.
Acho que prefiro baús de cedro.
Droga, essa fechadura não abre!
A Lucy fica falando pra eu ser mais organizado.
Tá começando a ficar meio instável.
Droga, cheguei tarde demais pra gritar "madeeeeira"!
Altivo e robusto como uma sequoia.
Tá começando a ficar meio instável.
E foi assim que acabou.
Vai ser preciso alguns golpes pra derrubar, né, Lucy?
Ainda precisa de mais trabalho, né?
Ainda precisa de mais trabalho, né?
Uma boa refeição, essa.
Não é xadrez, mas serve.
Não se incomode comigo!
Quase me faz esquecer de onde estou.
Eu ainda prefiro meu machado.
Acho que é uma maneira de limpar a louça, né?
Vamos ter companhia?
Sim. Essa é uma boa comida apetitosa.